sábado, 7 de maio de 2011

Estudantes poaenses: "Seminário de Educação da UBES foi um sucesso!"

Estudantes poaenses que participaram do Seminário de Educação da UBES nos últimos dias 02 e 03 de maio em Brasília, Felipe Alves, Mayara e Natalia(Naty) ambos da UMES concordam que este foi um sucesso. De acordo com Mayara, as discussões do seminário entre os jovens contando com a participação do Ministro da Educação Fernando Haddad e outros representantes de movimento de educação e instituições como o INEP representa um marco para a democratização e melhoria da educação brasileira. Felipe, relata que o empenho dos estudantes que lá estavam para discutir o PNE deve ser louvado, pois na capital federal encontravam - se estudantes de todas as partes do país e que passaram horas viajando para comparecerem a discussão e colocar sua opinião dos estudantes de seu Estado.Outro ponto colocado pelos estudantes foi o entusiasmo dos participantes que não desanimavam em momento algum e a todo momento questionavam, opinavam e observavam com atenção. Natalia, estudante da EE Professora Maria Aparecida Ferreira, salientou a importância da participação dos principais interessados na melhoria da qualidade da Educação: os estudantes. Por fim todos, depois de quinze horas de viagem, mas sorridentes tiveram a mesma opinião: que o seminário foi um Sucesso!
Mais informações sobre o Seminário de Educação da UBES no site da UBES e no Blog comunicaubes.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ministro da Educação debate com a UBES as reivindicações dos estudantes

O ministro da Educação, Fernando Haddad, debateu, nesta segunda-feira (02), com as lideranças da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (UBES) as reivindicações referentes a melhoria da educação no país. O encontro ocorreu durante o seminário promovido pela entidade, na sede do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), em Brasília.

Haddad garantiu a participação da UBES no Conselho de Gestão do “Sistema S”, formado por Sesc, Senac, Senai e Sesi, entre outros serviços de educação e cultura do trabalhador. O ministro disse, também, que irá convocar a entidade para debater a implementação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), lançado na semana passada pela presidente Dilma Rousseff.

Para o presidente da UBES, Yann Evanovick, o comparecimento de Hadadd ao evento dá maior respaldo à luta estudantil. “A presença do ministro no seminário é uma demonstração prática do compromisso dele. Não é todo dia que se faz um debate nacional reunindo líderes para pensar educação. Com isso, nós vamos poder pressionar o governo e fazer o país entender a necessidade da luta pela melhoria da educação”, afirmou.

O seminário da UBES também faz a discussão das 59 propostas da UBES para o Plano Nacional de Educação (PNE), que foram aprovadas em fóruns da entidade. Já apresentadas à Comissão Especial da Câmara dos Deputados, defendem, principalmente, investimentos em educação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) com a aplicação de 50% do Fundo Social do pré-sal para o setor. 
  
O PNE teve suas diretrizes elaboradas em 2010 pelo movimento estudantil durante a Conferência Nacional da Educação (Conae). As propostas da UBES ao projeto foram apresentadas pelas entidades estudantis a parlamentares de partidos que já se comprometeram com essas reivindicações.

Blitz na CâmaraNesta quarta-feira (04), os cerca de 300 participantes do seminário irão fazer uma blitz na Câmara dos Deputados para abordar os parlamentares e mostrar diretamente a eles a importância das propostas feitas pelo movimento estudantil para a melhoria da educação no Brasil.

A UBES aproveitará o seminário em Brasília para convocar a Semana Nacional de Passagem em Sala de Aula, quando todos os grêmios estudantis divulgarão as emendas ao PNE visando levar o debate a  todo o país. A entidade convocará também o seu 13° Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG).
Da redação

Último dia do Seminário Nacional de Educação da UBES termina com blitz no Congresso Nacional

Durante o dia de hoje (4), o último do Seminário Nacional de Educação da UBES, mais de 150 estudantes se juntaram para realizar uma blitz no Congresso Nacional. A manifestação começou às 7h30 da manhã com uma passeata até a Comissão de Educação, onde a diretora da UNE, Marcela Rodrigues, e o presidente da UBES, Yann Evanovick, apresentaram as 59 emendas das entidades estudantis ao Plano Nacional de Educação (PNE). “A ocupação dos estudantes no plenário demonstra que o movimento estudantil continua vivo e com muita força”, disse Yann.
Na ocasião, os estudantes levaram aos parlamentares as principais bandeiras  do Seminário. “Queremos um Plano Nacional de Educação mais eficaz e que não seja descolado da realidade, para isso as metas de investimento precisam ser revistas”, explicou Marcela. As emendas defendem, principalmente, investimentos em educação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) com a aplicação de 50% do Fundo Social do pré-sal para o setor. Em seguida, os representantes do movimento estudantil se dirigiram ao gabinete do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS). Durante o encontro, dois importantes compromissos foram firmados. Maia assegurou um processo democrático para que o PNE seja debatido livremente na Casa, e garantiu que o Plano tenha a sanção presidencial ainda em 2011.
Com a blitz, o movimento estudantil tinha o objetivo de sair do Congresso com o maior número de parlamentarem subscrevendo as emendas propostas. De acordo com Marcela, a adesão dos parlamentares foi grande. Entre eles, o senador do PCdoB do Ceará, Inácio Arruda, autor do Projeto de Lei 138/2011, que defende a destinação de recursos do Fundo Social do Pré-sal para educação. “Plano Nacional de Educação é uma tarefa da nação”, afirmou Arruda.  De acordo com ele, “investir nos diversos níveis de ensino, especialmente na formação e salário dos nossos professores, é a melhor estratégia de desenvolvimento nacional”. O deputado do PCdoB-RS, Assis Melo, também manifestou apoio à iniciativa. Para o parlamentar, o atual modelo econômico limita os investimentos na educação. "Precisamos enfrentar o debate dos juros altos e do superávit primário destinado para o pagamento da dívida interna brasileira para que tenhamos a ampliação dos recursos na educação", argumentou.
Na opinião do presidente da UBES, Yann, o saldo do Seminário foi muito positivo. “Estamos terminando uma semana em que o movimento estudantil fez um bom debate sobre a educação. Essa blitz coroa esses acontecimentos”, explicou. Marcela Rodrigues concorda, “Com essa mobilização queríamos sair daqui com esses dois compromissos firmados. Achamos que saímos vitoriosos, mas vamos continuar trabalhando”, disse. 
Da redação

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pra não esquecer.

Estudantes da UJS de Poá participam de Seminário de Educação da UBES

Entre hoje e amanhã estudantes de Poá, integrantes da UJS, participam de Seminário de Educação realizado pela UBES para discutir o Plano Nacional de Educação. Entre os estudantes estão Felipe, presidente da UMEP , Maiara e Natália (Naty) também da UMEP. Os mesmos estão levando contribuições dos estudantes e professores da cidade de Poá.
As discussões giram em torno das  resoluções aprovadas pelo movimento estudantil que são emendas para alterar a proposta final apresentada pelo Ministério da Educação ao Congresso Nacional.
Durante o seminário a UBES serão debatidas  59 emendas ao PNE, que já foram mostradas por meio de parlamentares de partidos que já se comprometeram com as reivindicações dos estudantes; a demanda de que a meta de investimento em educação seja de 10% do PIB e a batalha por 50% do Fundo Social do pré-sal para Educação.A UBES aproveitará o seminário também para convocar a Semana Nacional de Passagem em Sala de Aula onde todos os grêmios divulgarão essas emendas para um debate mais amplo.

Com certeza os estudantes poaenses contribuirão com propostas e colocando a opinião dos estudantes poaenses para a melhoria da Educação brasileira.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O direito ao transporte: uma luta justa da juventude


Por Gabriel Medina*
Diante da utilização de um serviço público para acumulação privada, estudantes brasileiros vão às ruas protestar contra aumentos nas tarifas de ônibus urbanos. O transporte público precisa ir ao centro das políticas públicas de juventude.
A mobilidade é um direito de todo cidadão e de toda cidadã e o transporte público é um dos principais instrumentos para que seja assegurado esse direito. A Constituição Brasileira ― Artigo 30, Inciso V ― delega ao Município a responsabilidade de organizar e prestar serviços públicos de interesse local, e explicita o transporte coletivo reforçando seu caráter de essencialidade.
Os jovens, em especial, compreendem o papel fundamental do transporte coletivo em suas rotinas. Diante da realidade de dependência financeira, dos desafios em busca de trabalho e formação educacional, o transporte público é a principal opção para locomoção da juventude em todo o país, sobretudo nos grandes centros. A juventude acaba se tornando refém da centralização dos equipamentos públicos e de acesso às produções culturais, artísticas e esportivas e convive com o isolamento territorial, principalmente os habitantes de periferias, ou mesmo jovens das áreas rurais do Brasil.
A concessão do serviço de transporte às empresas privadas tem contribuído para aumentar a mercantilização da vida. A juventude é alvo de um modelo perverso que a enxerga apenas como mercado consumidor e não como sujeito de direitos. Neste modelo, o lucro é o orientador, em detrimento do bem estar social.
A garantia do transporte público como direito precisa ser retomada em sua totalidade. Os governos Federal, Estaduais e Municipais devem assumir solidariamente a responsabilidade de construir um sistema que permita deslocamento digno e seguro para as populações das cidades e do campo, como também alocar recursos necessários à autonomia e inclusão das pessoas com deficiência como usuárias do sistema público de transporte.
Cabe chamar a atenção para a necessidade da realização dos Planos Diretores Participativos nos Estados, nos Municípios e na União, que devem impulsionar um planejamento responsável pautado nos interesses públicos e na sustentabilidade ambiental. É comum encontrar administrações municipais e estaduais, sustentadas em uma visão atrasada de modernidade dos anos 70, desenvolverem uma política de mobilidade urbana baseada no transporte individual em detrimento do transporte coletivo. Esse modelo é o principal responsável pelo caos do trânsito instaurado nas grandes cidades brasileiras. Certamente, isso será refletido em projetos futuros, como por exemplo, com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas.
A luta pelo não aumento das tarifas, encampada pela juventude em grandes cidades do país é, portanto uma luta justa. São muitas as cidades onde há sinais de mobilização da juventude pela redução dos preços das tarifas e/ou pelo passe livre. Em São Paulo ― apenas para citar uma das muitas capitais brasileiras em jornada permanente de mobilizações ― os/as jovens conversaram com a população, promoveram debates, tomaram as ruas e enfrentaram a dura e inaceitável repressão policial.
Esses/as jovens estão organizados não só nas capitais, mas nas principais cidades em todos os Estados. Dizem NÃO à ânsia pelo lucro das concessões privadas e reafirmam a condição humana de se indignar com as injustiças e lutar por seus direitos. O Movimento Passe Livre, a Revolta do Buzu e todas as manifestações que honram o calendário dos primeiros meses do ano são uma parte da resposta aos céticos que pregam a apatia da juventude e erroneamente tentam comparar nosso tempo a décadas passadas.
A juventude exige participação efetiva no desenvolvimento nacional, revindica avanços, luta contra retrocessos e busca a construção de um mundo voltado para as pessoas, onde haja qualidade de vida e oportunidade para todos e para todas. A mobilização pelo direito ao transporte, pelo acesso à cidade é a reatualização das lutas juvenis. É a expressão da luta contemporânea da juventude brasileira que está ativa, atenta e mobilizada na defesa dos seus direitos.

* Gabriel Medina é presidente do Conselho Nacional de Juventude

UJS aprova resolução sobre questão das drogas no Brasil

Um delegado que defende menos prisões no país, um cineasta que descobriu sua opinião sobre o tema no desenrolar da produção do documentário e uma deputada federal filiada à União da Juventude Socialista (UJS). Esta foi a composição da mesa de debate do seminário sobre a questão das drogas promovido pela UJS na última sexta-feira (11) em Serra Negra (SP). 

A ausência de um debatedor que apresentasse uma opinião de contraponto não prejudicou a qualidade do debate realizado no seminário sobre drogas organizado pela UJS durante o seu Curso Nacional de Formação Política, que ocorreu de 4 a 13 de fevereiro, incluindo o seminário e uma plenária nacional da organização, onde foi aprovada resolução sobre a questão das drogas. O fato de não haver um contraponto foi, entretanto, levantado em praticamente todas as falas, que argumentaram que isso enriqueceria a discussão.

Cortina de Fumaça

As atividades do seminário se iniciaram com a apresentação do documentário “Cortina de Fumaça”, que é uma coletânea de depoimentos de neurocientistas, psicólogos, psiquiatras, médicos, policiais, ex-policiais, juristas, sociólogos, antropólogos ou seja, especialistas das mais diversas áreas e de variadas nacionalidades que apresentam as contradições, os mitos e o moralismo presentes no debate acerca da questão das drogas.

Após a exibição do longa com 1h30 de duração, o debate se iniciou com a fala do seu diretor, Rodrigo Mac Niven. O cineasta disse que não tinha posição definida acerca da legalização ou não das drogas antes dos dois anos gastos na produção do filme. Disse ainda que procurou fazer um material capaz “trazer a informação que normalmente as pessoas não têm, pois o outro lado a gente escuta e lê nos veículos de massa”. A intenção, declarou Mac Niven, é “elevar o nível do debate”. Para ele, legalizar o uso de drogas significa regulamentar e não liberar. 

Guerra contra as drogas

Em seguida, foi a vez da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB/RS) dar a sua opinião. Ela defendeu que a luta é para que o mundo, sobretudo a Organização das Nações Unidas (ONU) mude a forma de debater o tema das drogas, visto que até hoje vigora a política do ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Regan, que inaugurou a “guerra contra as drogas” e a sua utilização para intervenção nas nações, sobretudo latino-americanas. Para a deputada, a forma de debater o tema das drogas “tem uma relação muito profunda com questão de opressão militar das nações latinas”. 

A deputada denunciou ainda a lógica da polícia brasileira, que “pega o pequeno. São os 30 mil jovens que estão na ponta que morrem, e não os grandes traficantes. Trata-se de um tipo de polícia que oprime a nossa juventude”. A dimensão deste debate, argumentou Manu, é a da economia internacional. O ataque, a repressão ao tráfico, entretanto, é no varejo.

Ela contrapôs algumas visões em favor da legalização das drogas que acreditam que não é preciso regulamentação do Estado para a questão. “É uma visão liberal”. Manuela criticou ainda o tom moral que hegemoniza o debate sobre drogas no Brasil.

Por fim, Manu falou sobre a Holanda, país que possui mais flexibilidade na lei sobre drogas no mundo, dizendo que há uma regulação sobre a quantidade de cada substância contida nos produtos comercializados. Comparou com a realidade do Brasil, onde o usuário não tem como saber o que é colocado no produto que é consumido. “O problema é que ao proibir as drogas, proibimos de saber o que as pessoas consomem e o mau que causa cada substância”. 

Criminalização da pobreza

O último da mesa a falar foi o delegado da polícia civil e mestre em Ciências Penais Orlando Zaccone, que é membro da ONG Law Enforcement Against Prohibition (Leap). Ele contou que foi por muitos anos delegado da Polícia Civil em Jacarepaguá e que depois foi transferido para a delegacia da Barra da Tijuca: “foi quando eu percebi que a prisão, o encarceramento por crime relacionado a drogas, é feito de forma desigual”. 

Zaccone disse que na Barra da Tijuca fez apenas três flagrantes de tráfico em 2010 e que todas as delegacias da zona sul somaram 67 flagrantes, que dão o número de uma única delegacia em outra região, a de São Cristóvão. Em seguida, provocou: “você acha que na Tijuca não tem tráfico?”, ao que respondeu que sim, mas que nos bairros de classe média o tráfico é feito em espaços privados – dentro de condomínios, casas de show, etc. – enquanto na periferia ele é feito no espaço público, e por isso gera mais prisões. “O patrimônio, a dignidade são distribuídos de forma desigual. O tráfico também”, completou. Ele deu, ainda, o exemplo do filme “Meu nome não é Jhonny”, em que um traficante de classe média é tratado como usuário pela Justiça. 

O delegado defendeu a proposta do ex-Secretário Nacional de Políticas Sobre Drogas Pedro Abramovay, de estabelecer penas alternativas a pequenos traficantes, ao invés de encarcerá-los. Aproveitou o ensejo para protestar contra a demissão de Abramovay pelo fato de ter defendido tal proposta publicamente.

Zaccone concordou com Manu sobre o motivo da legislação brasileira sobre drogas ser proibitiva: “assumimos [a política proibitiva] por alinhamento do Estado brasileiro a interesses internacionais dos Estados Unidos. Existem no mundo outras políticas de drogas que não estão sendo apresentadas para a gente”, e citou uma frase de Eduardo Galeano para combater a moralidade frequentemente dominante no debate sobre a questão das drogas: “na luta do bem contra o mau, é o povo que entra com os cadáveres”.

Debate intenso

O debate que se seguiu demonstrou a variedade de posições presentes no conjunto da militância da UJS acerca desta controversa questão. Foram pautadas questões de violência relacionada ao uso das drogas, questões de saúde individual e coletiva, razões históricas para o uso e a proibição de determinadas substâncias e também a contextualização do uso de drogas no sistema capitalista, onde esta serve à alienação, segundo opiniões apresentadas. Apresentou-se também, durante as intervenções, um temor que a legalização se reduza, no final das contas, à liberação do uso e comercialização legal, mas que os efeitos do uso continuarão sendo sentidos, sobretudo nas periferias.

Diante do debate, o presidente da UJS, André Tokarski, defendeu que a resolução da entidade não deveria se reduzir só à questão de legalizar ou não, levando em conta que é um debate muito presente na realidade do país. Para ele, o central é que a UJS funciona com consenso progressivo, método que favorece o debate, que – ao menos acerca da questão das drogas – foi iniciado com bastante qualidade neste seminário: “é necessário coesionar a nossa organização e apontar um projeto de ruptura estrutural”, argumentou o presidente da UJS, que defendeu uma resolução focada em políticas de saúde pública, como políticas de redução de danos.

Resolução

A resolução da UJS sobre a questão das drogas foi aprovada no domingo (15), último dia da plenária nacional realizada pela organização com dirigentes de todo o país. Embora não chegue a uma conclusão sobre a defesa da legalização ou não, o texto demonstra a maturidade do debate conquistada a partir do seminário: “Somos, portanto, contra a apologia ao uso das drogas lícitas e ilícitas que trazem danos físicos e psíquicos aos seus usuários. Acreditamos no entanto, que a legislação proibitiva vigente não tem dado conta de resolver este problema de saúde pública”, diz um trecho da resolução, que também condena a criminalização da pobreza e pauta o tom classista do debate, do início ao fim.

Por Luana Bonone, do Portal Vermelho.